quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Quem vai ser o próximo treinador da seleção americana?



O veterano treinador Bruce Arena pagou pelos erros de seu antecessor Jürgen Klinsmann e não conseguiu classificar os Estados Unidos para Copa do Mundo de 2018 na Rússia protagonizando o maior fiasco da história da seleção americana que não vai disputar uma Copa do mundo pela primeira vez desde 1986. Com a derrota para Trindade e Tobago o treinador Bruce Arena pediu demissão deixado o cargo livre e a pergunta que surge é quem vai ser o novo treinador da seleção americana?

Fans e mídia clamam por mudanças na United States Soccer Federation pedindo nomes de treinadores estrangeiros como Jürgen Klopp, Marcelo Bielsa, Roberto Martinez, Laurent Blanc, Roy Hodgson e Sam Allardyce. Esses treinadores superstars podem até ser bons profissionais mas nunca viram ou tem algum conhecimento sobre soccer americano então não faz sentido contratar eles só por causa de urros passionais.

Na Major League Soccer tem uma série de excelentes treinadores que poderiam assumir o comando da seleção americana como Peter Vermes, Caleb Porter, Jason Kreis e Gregg Berhalter. Todos foram ex jogadores que representaram a seleção americana. Como treinadores todos tem um desempenho significativo na liga.

Peter Vermes faz uma excelente trabalho no Sporting Kansas City, ele esta há nove anos no comando da equipe de Kansas conquistando uma MLS Cup e três Lamar Hunt U.S. Open Cups. O treinador tem como especialidade desenvolver talentos e na parte tática defensiva.

Caleb Porter é muito inteligente e tem um bom conhecimento tático, ele faz um grande trabalho no Portland Timbers e conquistou a MLS Cup de 2015. Caleb Porter é mais jovem na lista e já teve experiencia internacional entre 2011-2012  quando treinou a seleção sub-23 dos Estados Unidos.

Jason Kreis é um treinador sólido que foi o responsável em levar o Real Salt Lake para um alto nível transformando a equipe de Utah numa das principais franquias da Major League Soccer. Ele conquistou a MLS Cup de 2009 e foi vice campeão da CONCACAF Champions League em 2011 e da Lamar Hunt U.S. Open de 2013.

Gregg Berhalter surgiu como um alternativa, ele fez um bom trabalho no Hammarby IF na Suécia tornando-se o primeiro nascido nos Estados Unidos a treinar um time profissional da primeira divisão na Europa. Gregg Berhalter faz um trabalho consistente no Columbus Crew, ele foi vice campeão da MLS Cup de 2016.

Todos esses treinadores tem contratos com seus clubes o que pode ser um obstáculo para United States Soccer Federation. Outro ponto é que provavelmente eles recusem a oferta do cargo para treinar a seleção americana já que estão seguros com suas equipes na Major league Soccer.

Então afinal qual seria o nome ideal para a seleção americana? A resposta é bem simples, o treinador da seleção americana sub-20 Tab Ramos que tem muito potencial para treinador a seleção principal dos Estados Unidos. Porém o treinador pode ser acusado equivocadamente por não ter experiencia com clubes ou como treinador principal. United States Soccer Federation tem que ignorar essas criticas, um caso semelhante foi com a Dinamarca que contratou Richard Møller Nielsen que passou a maior parte da sua carreira treinado o time de jovens do país escandinavo mas por seu conhecimento conquistou o título da Euro Copa de 1992.

Tab Ramos que tem experiência no programa de jovens da United States Soccer Federation e conhecimento dos jogadores jovens dos Estados Unidos o que é uma grande vantagem. No comando da seleção sub-20 ele tem um recorde de vinte e cinco vitórias, dezessete derrotas e sete empates. Sob o seu comando os Estados Unidos chegou até as quartas de final na Copa do Mundo Sub-20 de 2015 e de 2017 e conquistou o terceiro lugar no Toulon Tournament de 2015.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Columbus Crew de mudança?



Columbus Crew uma das franquias mas tradicionais da Major League Soccer pode se mudar de Ohio para Austin, Texas. Segundo Anthony Precourt proprietário do Columbus Crew desde 2013 a mudança seria motivada por questões de mercado. Austin é uma cidade em potencial já que é a maior área metropolitana da América do Norte sem uma franquia esportiva das grandes ligas. A construção de um novo estádio mais moderno e mais perto do centro e outro fator que pode determinar a possível mudança que está marcada para 2019.

Anthony Precourt mencionou as dificuldades da franquia para seguir os padrões da Major League Soccer e que segundo ele não está seguindo um curso sustentável. Columbus Crew nesta temporada teve uma média de público de 15,439, terceira pior média da liga, no entanto é um bom público. Dentro de campo o time de Ohio apresentou bons resultados e vai disputar os playoffs e um possível título da MLS Cup nesta temporada.

O ponto crucial é a construção de um novo estádio em Ohio ou em Austin, em ambos o grupo do proprietário do Columbus Crew espera ajuda do estado ou de parceiros privados. Caso não conseguir oficializar um contrato para a construção de um estádio na cidade texana a franquia ira permanecer em Ohio. A última mudança de um franquia de uma cidade para outra aconteceu em 2005 quando o San Jose Earthquakes se mudou para Houston coincidentemente também envolvendo uma cidade texana. Na ocasião surgiu uma nova franquia, o Houston Dynamo enquanto os registros/recordes históricos, cores e Logos se mantiveram com o San Jose que ficou num hiato que duraria até o ano de 2008.

Columbus Crew é uma das dez equipes originais da Major League Soccer que teve como fundadores Lamar Hunt que foi um dos maiores visionários do esporte americano e o seu filho Clark Hunt. O time de Ohio construiu o primeiro estádio específico para o soccer na Major League Soccer o Columbus Crew Stadium (hoje conhecido como Mapfre Stadium) que protagonizou diversos marcos histórias para o futebol dos Estados Unidos. Columbus Crew conquistou uma MLS Cup em 2008, três Supporters' Shield em 2004, 2008, 2009 e uma Lamar Hunt U.S. Open Cup em 2002.

Austin é a capital do estado norte-americano do Texas, é uma cidade com um mercado sustentável com muito potencial. Apesar disso a cidade texana não tem tradição no soccer, os times de maior sucesso foram o Austin Aztex FC e o Austin Lone Stars que disputaram nas ligas inferiores dos Estados Unidos.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Estados Unidos 1x2 Trindade e Tobago


Estados Unidos precisava apenas de um empate para se classificar para Copa do Mundo de 2018 mas Trindade e Tobago e Alvin Jones destruíram o sonho americano vigando-se do famoso Shot Heard Round the World. The Soca Warriors começaram a partida num ritmo fulminante abrindo o placar aos 17 minutos do primeiro tempo graças a um gol contra de Omar Gonzalez. O jogo se tornaria um pesadelo para os americanos quando Alvin Jones num chute magistral marcou o segundo gol de Trindade e Tobago.

Estados Unidos marcou o seu primeiro gol na partida com Christian Pulisic aos 47 minutos do segundo tempo numa jogada individual, a seleção yakeen depois do gol passou a dominar o jogo criando chances que eram salvas pelo goleiro trinitino-tobaguense Adrian Foncette. Com a derrota e as vitórias de Honduras e Panamá os Estados Unidos vão ficar de fora de uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 1986.

A seleção americana fez um péssimo jogo com uma performance pífia em toda partida principalmente no primeiro tempo. O treinador da seleção yankee ignorou as péssimas atuações do zagueiro Omar Gonzalez, do meio-campista Darlington Nagbe e dos atacantes Bobby Wood e Jozy Altidore. No segundo tempo os americanos até ensaiaram uma reação mas não passou de uma réstia de esperança com um fim trágico.

Notas:

Tim Howard: Foi muito inseguro e teve culpa no segundo gol (4,5).

DeAndre Yedlin: Apesar de ter impedido o terceiro gol não fez um bom jogo, falhou na marcação e nos cruzamentos (5,0).

Omar Gonzalez: Fez uma partida desastrosa (2,0).

Matt Besler: Foi seguro (6,0).

Jorge Villafaña: Criou algumas jogadas mas falhou na marcação pelo seu lado (5,5).

Michael Bradley: Não foi um líder, errou na ligação direta (5,0).

Paul Arriola: Não foi efetivo mas merecia ter mais minutos (5,5).

Darlington Nagbe: Não foi criativo, perdeu várias bolas, foi terrível (2,0).

Christian Pulisic: Foi o melhor do time, o único que jogou bem (7,0).

Bobby Wood: Pífio, fez muitas faltas de ataque e não ofereceu perigo ao adversário (3,0).

Jozy Altidore: Fez uma péssima partida, parecia que nem estava em campo (2,5).

Clint Dempsey: Entrou com vontade e arriscou bons chutes (6,5).

Kellyn Acosta: Entrou mas não acrescentou nada ao time (4,5).

Benny Feilhaber: Entrou no fim (sem nota).

Bruce Arena: Sua equipe fez uma  péssima partida, ignorou a pobre performance de alguns jogadores e errou nas substituições (3,0).

Trindade e Tobago: Fez um ótimo jogo e aproveitou os erros dos americanos, Alvin Jones e Adrian Foncette foram os destaques.

Arbitragem: Foi péssima, deixou de marcar um pênalti para Trindade e Tobago.

Curiosidades 
Christian Pulisic marcou o seu terceiro gol em Trindade e Tobago.

Trindade e Tobago marcou gols nos Estados Unidos pela primeira vez desde 2008.

Trindade e Tobago venceu os americanos pela quarta vez.

Estados Unidos não perdia para Trindade e Tobago desde 2008.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Estados Unidos vs Trindade e Tobago (Eliminatórias para Copa do Mundo de 2018)


Estados Unidos enfrenta Trindade e Tobago nesta terceira feira no dia 10 de outubro no seu décimo e último jogo no Hexagonal Final da CONCACAF pelas eliminatórias para Copa do Mundo de 2018 na Rússia no Ato Boldon Stadium, Couva. As duas seleções já se enfrentaram por vinte e cinco vezes, os americanos tem um recorde de dezoito vitórias, quatro empates e apenas três derrotas.

A seleção americana está com doze pontos e precisa vencer ou empatar para conquistar a vaga direta da CONCACAF para Copa do Mundo sem depender de outros resultados. Não vai ser a primeira vez que Estados Unidos e Trindade e Tobago protagonizam um jogo decisivo, em 1989 pelas eliminatórias para Copa do Mundo de 1990 os americanos precisavam vencer enquanto Trindade e Tobago precisava de apenas um empate para ir para Copa do Mundo. O jogo foi realizado em Port of Spain, a seleção yankee venceu por 1-0 com gol de Paul Caligiuri, o gol ficou conhecido como Shot Heard Round the World que classificou os americanos para Copa do Mundo depois de uma espera de 40 anos.

Apesar de alguns criticas sobre a sua convocação o treinador da seleção americana no fim provou estava certo, Estados Unidos fez um ótimo jogo contra Panamá, todos jogaram bem, principalmente Christian Pulisic que foi o destaque da partida. Na lista dos convocados existe boas opções que podem ajudar a seleção yankee a conquistar um bom resultado contra Trindade e Tobago.

Convocados

Goleiros (3): Brad Guzan (Atlanta United FC), Tim Howard (Colorado Rapids), Nick Rimando (Real Salt Lake).

Defesas (9): DaMarcus Beasley (Houston Dynamo), Matt Besler (Sporting Kansas City), Geoff Cameron (Stoke City), Omar Gonzalez (Pachuca), Michael Orozco (Club Tijuana), Tim Ream (Fulham), Jorge Villafaña (Santos Laguna), DeAndre Yedlin (Newcastle United, Graham Zusi (Sporting Kansas City).

Meio-Campistas (10): Kellyn Acosta (FC Dallas), Juan Agudelo (New England Revolution), Paul Arriola (D.C. United), Alejandro Bedoya (Philadelphia Union), Michael Bradley (Toronto FC), Benny Feilhaber (Sporting Kansas City), Dax McCarty (Chicago Fire), Darlington Nagbe (Portland Timbers), Christian Pulisic (Borussia Dortmund), Gyasi Zardes (LA Galaxy).

Atacantes (4): Jozy Altidore (Toronto FC), Clint Dempsey (Seattle Sounders FC), Chris Wondolowski (San Jose Earthquakes), Bobby Wood (Hamburg).

Ranque das ligas

1.Major League Soccer: 18
2.Premier League e Liga MX: 3
3.Bundesliga: 2

Curiosidades

Estados Unidos enfrentou Trindade e Tobago pela primeira vez em 1982 com uma vitória por 2-1.

Estados Unidos venceu Trindade e Tobago por 4-0 em 2016 nas eliminatórias para Copa do Mundo de 2018, foi a maior vitória no confronto.

Os Estados Unidos perderam por 1-0 para Trindade e Tobago em 1986, foi a primeira derrota dos americanos no confronto.

Estados Unidos não leva um gol de Trindade e Tobago desde 2008 quando perdeu por 2-1 para a seleção caribenha nas eliminatórias para Copa do Mundo de 2010.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Estados Unidos 4-0 Panamá (Eliminatórias para Copa do Mundo de 2018)



Estados Unidos goleou Panamá por 4-0 em seu nono jogo no Hexagonal final da CONCACAF nas eliminatórias para Copa do Mundo de 2018. A seleção americana abriu o placar com Christian Pulisic aos oito minutos do primeiro tempo depois de linda jogada individual. Não demorou muito para os americanos ampliarem o placar abrindo uma vantagem de gols com Jozy Altidore.

A seleção panamenha sentiu o segundo gol e ficou nervosa e passou a fazer muitas faltas. No final do primeiro tempo Jozy Altidore marcou o terceiro gol dos Estados Unidos de pênalti. No segundo tempo Los Canaleros não ofereceram resistência ao time americano principalmente quando Bobby Wood marcou o quarto gol decretando a vitória para seleção yankee.

U.S. Team fez um excelente jogo, talvez um dos melhores do ano, a equipe americana soube controlar o seu adversário, foi criativa e viu uma grande performance da jovem promessa Christian Pulisic. A seleção americana soube lhe dar com a pressão, foi um time muito equilibrado o que proporcionou uma boa atuação em todos os setores do time.

O próximo adversário dos Estados Unidos é como visitante contra Trinidade e Tobago no Ato Boldon Stadium em Couva na terça feira no dia dez de outubro. Com doze pontos os americanos precisam vencer ou empatar para não depender de outros resultados para conquistar a vaga direta da CONCACAF para Copa do Mundo de 2018 na Rússia.

Notas: 


Tim Howard: Foi muito seguro (8,0).

DeAndre Yedlin: Apoiou bem pela direita. (7,0).

Matt Besler: Fez desarmes importantes (7,5).

Omar González: Foi bem na marcação (7,0).

Jorge Flores Villafaña: Foi sólido na lateral esquerda (7,0).

Michael Bradley: Comandou bem no meio-campo, foi burocrático (7,0).

Paul Arriola: Deu velocidade ao time, fez uma assistência (8,0).

Darlington Nagbe: Fez uma parida tática, foi importante na vitória (7,0).

Christian Pulisic: Foi o melhor em campo, foi o jogador mais criativo e decisivo dos Estados Undios (10,0).

Bobby Wood: Lutou bastante e foi esforçado, marcou um bonito gol (8,0).

Jozy Altidore: Fez uma excelente dupla com Pulisic, marcou dois gols e uma assistência (10,0).

Dax McCary: Entrou com vontade, administrou bem a partida (7,5).

Clint Dempsey e Alejandro Bedoya: Sem nota.

Bruce Arena: Armou bem a sua equipe que fez uma excelente performance (9,0).

Panamá: Foi um time apático que apelou para violência.

Arbitragem: Não influenciou no resultado do jogo.

Curiosidades:

Estados Unidos derrotou Panamá na final da Gold Cup de 2005.

Estados Unidos e Panamá se enfrentaram pela primeira vez na Gold Cup de 1993, os americanos venceram por 2a1.

A maior vitória dos Estados Unidos sobre Panamá aconteceu em 2004 pelas eliminatórias para Copa do Mundo de 2006, os americanos venceram os panamenhos por 6a0.

Eric Wynalda marcou o primeiro gol pelo Estados Unidos no confronto contra Panamá.

Panamá derrotou os Estados Unidos nos pênaltis na Gold Cup de 2015.

Estados Unidos não marcava três gols no Panamá desde 2013.

Foi a segunda maior vitória sobre os Los Canaleros no confronto.

Jozy Altidore e Clint Dempsey são os jogadores dos Estados Unidos que marcaram mais gols (18) em eliminatórias na história.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Estados Unidos vs Panamá (Eliminatórias para Copa do Mundo de 2018)


Estados Unidos enfrenta a seleção do Panamá nesta sexta feira no dia 6 de outubro pela nona rodada do Hexagonal final da CONCACAF nas eliminatórias para Copa do Mundo de 2018 no Orlando City Stadium em Orlando, Flórida. A seleção americana tem um bom recorde contra os panamenhos, foram dezenove jogos com doze vitórias, seis empates e apenas uma derrota.

A seleção yankee está em quarto lugar no Hexagonal com nove pontos enquanto Panamá está em terceiro lugar com dez pontos. Os americanos precisam vencer o jogo a qualquer custo para não se complicar no Hexagonal e garantir a vaga direta da CONCACAF para Copa do Mundo de 2018 na Rússia.

A lista dos convocados me desapontou, o treinador da seleção americana Bruce Arena ignorou completamente jogadores como: Christian Ramirez, Ethan Finlay, Greg Garza, Ethan Horvath, Matt Miazga, Timothy Chandler e Weston McKennie que mereciam ser convocados por suas performances em seus clubes nos Estados Unidos e na Europa.

Convocados


Goleiros (3): Brad Guzan (Atlanta United FC; 15/0), Tim Howard (Colorado Rapids; 37/0), Nick Rimando (Real Salt Lake; 0/0).

Defesas (9): DaMarcus Beasley (Houston Dynamo; 35/6), Matt Besler (Sporting Kansas City; 12/1), Geoff Cameron (Stoke City/ENG; 24/2), Omar Gonzalez (Pachuca/MEX; 16/0), Michael Orozco (Club Tijuana/MEX; 6/1), Tim Ream (Fulham/ENG; 6/0), Jorge Villafaña (Santos Laguna/MEX; 4/0), DeAndre Yedlin (Newcastle United/ENG; (8/0), Graham Zusi (Sporting Kansas City; 20/3).

Meio-Campistas (10): Kellyn Acosta (FC Dallas; 5/0), Juan Agudelo (New England Revolution; 0/0), Paul Arriola (D.C. United; 5/1), Alejandro Bedoya (Philadelphia Union; 9/0), Michael Bradley (Toronto FC/CAN; 38/7), Benny Feilhaber (Sporting Kansas City; 6/0), Dax McCarty (Chicago Fire; 0/0), Darlington Nagbe (Portland Timbers; 9/0), Christian Pulisic (Borussia Dortmund/GER; 11/5), Gyasi Zardes (LA Galaxy; 4/1).

Atacantes (4): Jozy Altidore (Toronto FC/CAN; 39/16), Clint Dempsey (Seattle Sounders FC; 41/18), Chris Wondolowski (San Jose Earthquakes; 0/0), Bobby Wood (Hamburg/GER; 12/4).

Ranque das ligas

1.Major League Soccer: 18
2.Premier League e Liga MX: 3
3.Bundesliga: 2

Curiosidades

Estados Unidos derrotou Panamá na final da Gold Cup de 2005.

Estados Unidos e Panamá se enfrentaram pela primeira vez na Gold Cup de 1993, os americanos venceram por 2a1.

A maior vitória dos Estados Unidos sobre Panamá aconteceu em 2004 pelas eliminatórias para Copa do Mundo de 2006, os americanos venceram os panamenhos por 6a0.

Eric Wynalda marcou o primeiro gol pelo Estados Unidos no confronto contra Panamá.

Panamá derrotou os Estados Unidos nos pênaltis na Gold Cup de 2015.

domingo, 24 de setembro de 2017

Estados Unidos da América e do Mundo 2




Goleiras: Karina LeBlanc (Canadá), Emily Alvarado (México), Karen Bardsley (Inglaterra), Anna Picarelli (Itália), Jenny Bindon (Nova Zelândia), Taylor Bucklin (Canadá) e Bianca Henninger (México).


Defensoras: Lauren Sesselmann (Canadá), Nataly Arias (Colômbia), Arianna Romero (México), Bianca Sierra (México), Mónica Alvarado (México), Alina Garciamendez (México), Natalie Vinti (México), Natalie Garcia (México), Ali Riley (Nova Zelândia), Rebecca Smith (Nova Zelândia), Ifeoma Dieke (Escócia), Marlene Sandoval (México), Cynthia Pineda (México), Chelsie Stewart (Canadá), Kimberly Brandão (Portugal), Mary Therese McDonnell (República de Irlanda), Heather Cooke (Filipinas), Martina Franko (Canadá), Rachel Quon (Canadá), Christina Murillo Ruíz (México), Noëlle Maritz (Suíça) e Eva Madarang (Filipinas).


Meio-campista: Sofia Huerta* (México), Verónica Pérez (México), Amanda Perez (México), Leah Fortune (Brasil), Teresa Noyola (México), Shannon McDonnell (República da Irlanda), Adriana Rodrigues (Portugal), Ana María Montoya ( Colômbia) e Amanda Da Costa (Portugal).


Atacantes: Courtney Dike (Nigéria), Renae Cuéllar (México), Shannon Brooks (Guatemala), Regina Holan (Grécia), Melissa Ortiz (Colmbia), Katie Johnson (México), Tanya Samarzich (México), Janine Beckie (Canadá), Danielle Schulmann (Israel) e Elexa Bahr (Honduras).


Legendas

* Jogou pela seleção americana e por outra seleção.